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Aguarde mais entrevistas e novidades sobre artistas, designers e inventores que unem arte e tecnologia. Inovações do Brasil e do mundo!
Em breve, aqui no www.canalinterface.com
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A Bjork é uma cantora muito interessada nas novidades em interfaces musicais. Na turnê atual, do disco Volta, ela usa um Lemur e um Reactable como interfaces visuais para acionar sons.

Lemur e Reactable
Ela se apresentou no Rio, em São Paulo e em Curitiba, durante o TIM Festival, e eu entrevistei Alan Pollard, o diretor técnico que monta os gadgets sensacionais da Bjork para o show. Veja abaixo o Lemur e o Reactable em ação e a entrevista com Alan Pollard:
O aparelho Lemur do JazzMutants é portátil, é uma interface adaptável usada para controlar música e performances através de sinais de MIDI; é mais simples e mais acessível que o Reactable, mas ainda assim uma incrível interface visual. A Bjork usa telas de plasma no palco que mostram estes gadgets filmados de cima. Veja na imagem abaixo, Damian Taylor "tocando" o Reactable e um dos plasmas que faz parte do cenário:

O Reactable foi criado por espanhóis na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona, e até agora ninguém no mundo tem além da Bjork. Ela apresentou essa instalação para um público mainstream. Os criadores do Reactable fazem performances em festivais e eventos mais especializados, como Sónar e Transmediale. Veja no vídeo abaixo uma apresentação ao vivo do Reactable em Berlim:
Veja abaixo um vídeo só do Lemur:
Uma invenção semelhante ao Reactable é a instalação do Conservation Lab em Honolulu, no Havaí, que também usa objetos reais sobre conteúdo digital para criar uma interface que educa sobre insetos. Veja esta a outras superfícies de multi-toque no Interface.

Lemur e Reactable
Ela se apresentou no Rio, em São Paulo e em Curitiba, durante o TIM Festival, e eu entrevistei Alan Pollard, o diretor técnico que monta os gadgets sensacionais da Bjork para o show. Veja abaixo o Lemur e o Reactable em ação e a entrevista com Alan Pollard:
O aparelho Lemur do JazzMutants é portátil, é uma interface adaptável usada para controlar música e performances através de sinais de MIDI; é mais simples e mais acessível que o Reactable, mas ainda assim uma incrível interface visual. A Bjork usa telas de plasma no palco que mostram estes gadgets filmados de cima. Veja na imagem abaixo, Damian Taylor "tocando" o Reactable e um dos plasmas que faz parte do cenário:

O Reactable foi criado por espanhóis na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona, e até agora ninguém no mundo tem além da Bjork. Ela apresentou essa instalação para um público mainstream. Os criadores do Reactable fazem performances em festivais e eventos mais especializados, como Sónar e Transmediale. Veja no vídeo abaixo uma apresentação ao vivo do Reactable em Berlim:
Veja abaixo um vídeo só do Lemur:
Uma invenção semelhante ao Reactable é a instalação do Conservation Lab em Honolulu, no Havaí, que também usa objetos reais sobre conteúdo digital para criar uma interface que educa sobre insetos. Veja esta a outras superfícies de multi-toque no Interface.

O projeto VJ-U patrocinado pelo Eyebeam Atelier em Nova York ensina a arte dos VJs. Eles apresentaram recentemente uma inovação em manipulação de imagens em tempo real. O programa foi elaborado pelo americano Anton Marini, também chamado de VJ Vade. Vade é mais um criador de ferramentas para VJs do que um VJ que se apresenta com frequência. Seu programa captura a luminosidade da imagem e a transforma em profundidade. Ou seja, as partes mais claras da imagem representam um plano mais próximo, e as partes mais escuras da imagem se transformam no plano mais distante.A profundidade "3D" da imagem então é gerada pelo claro/escuro da imagem 2D, capturada ao vivo por uma câmera simples.

Além da simples profundidade que ele cria, que já resulta num efeito incrível, ele ainda pode pegar esta imagem e rodá-la, distorcê-la, ou seja, lidar com a imagem 2D como se fosse um ambiente 3D. Essa manipulação é toda feita com parâmetros criados a partir da luminosidade da imagem. O efeito foi desenvolvido usando um programa chamado Max/MSP/Jitter. Não entendeu nada? Veja o efeito em ação no vídeo abaixo, que inclui uma entrevista com o VJ e programador que criou o software:
O VJ-U ensina online a arte da performance visual ao vivo. Eles transmitem semanalmente -- toda 3a feira `as 14hs de Nova York -- um podcast sobre o assunto. Saiba mais no site do VJ-U.
Blog do VJ Vade
16/10: Video Games orquestrados

O que são video games ao vivo? Ora, uma orquestra tocando temas de video games, claro. Claro, nada. A idéia é de um grupo de americanos ligados `a indústria do video game, em particular compositores que criaram temas e efeitos sonoros de alguns dos video games mais conhecidos.
Em cada país, a apresentação é feita com uma orquestra diferente, e coordenada pelo grupo do Video Games Live. Eles viajam com solistas, percussão eletrônica, cenógrafo, iluminador e toda uma equipe técnica que cria a interatividade entre músicos e artistas visuais. No cenário são projetados os vídeos exclusivos de video games clássicos como Pac-Man, e outros mais recentes como Tomb Raider. O Video Game Live acabou de passar por Rio e São Paulo, onde a performance foi feita pela Orquestra Petrobras Sinfônica, e por Brasília, com a Orquestra Villa Lobos. Ao fim do show eles chamam uma pessoa da platéia pra jogar ao vivo com a orquestra. As imagens abaixo são de concertos no Rio e em São Paulo:

O comentário atual que a performance faz é que o video game adquiriu um status de arte, e de arte multimídia. Como no Festival BLIP -- veja no Interface -- e no projeto GameOver -- veja no Interface. O BLIP é o primeiro festival dedicado a músicos e artistas que usam 8-bit video games e hardware para criar áudio e vídeo originais. O projeto GameOver junta animação com arcade games e performance; ele usa pessoas como pixels para encenar partidas de jogos como Pong e Space Invaders nas cadeiras de um auditório.
O Video Games Live mostra o poder de uma orquestra sinfônica e a interatividade do video game. É uma mistura que une mundos aparentemente distantes um do outro. Tem o humor de se estar fazendo ao vivo algo que é automático, e com a grandiosidade do som de uma orquestra, com seus instrumentos acústicos clássicos. Além disso mistura estes instrumentos a novas tecnologias de áudio, vídeo e iluminação. Os mais bacanas são os video games de 8-bits com som minimalista, como o Pac-Man e Pong; é neles que está o humor. Uma orquestra inteira pra fazer mini sons. A estética em geral é a mesma dos video games mais modernos, com imagens 3D. Mas é no minimalismo que está a graça. Veja alguns exemplos no video abaixo:
Site do Video Games Live

